Veja a cobertura completa da ocupação da Rocinha

Sem confrontos ou feridos, as forças de segurança retomaram o controle no domingo (13) das comunidades da Rocinha, do Vidigal e da Chácara do Céu, todas na zona sul do Rio de Janeiro.

A operação, que contou com apoio de blindados da Marinha e de agentes federais, durou apenas duas horas e completou a pacificação de todas as favelas da zona sul carioca.

Também fechou o cinturão das regiões do centro e da grande Tijuca, essencial para a segurança da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016.

Participam da operação cerca de 3.000 homens, entre policiais militares, polícias Civil, Federal, Rodoviária Federal e fuzileiros navais da Marinha, que também dão apoio à ação. Ao menos três tipos de blindados da Marinha são utilizados na ocupação.

A expectativa da cúpula da segurança do Rio é ainda mais ambiciosa: mesmo diante do desafio de sustentar o plano de expansão das UPP (Unidades de Polícia Pacificadora) em meio às dificuldades para recrutar novos policiais, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, disse que a multiplicação das UPPs segue “um passo sólido” e a meta de instalar 40 delas até a Copa está garantida – o cronograma, porém, ainda não foi definido.

A favela chega a movimentar R$ 2 milhões por semana, de acordo com estimativas da Delegacia de Combate às Drogas, total estimado em R$ 8 milhões por mês, principalmente com a venda de cocaína.

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