Valor de informação sobre suspeito de abuso sexual aumenta para R$ 4 mil

Aumentou para até R$ 4 mil o valor de informações sobre o suspeito de abusar sexualmente de duas mulheres e de três adolescentes em Bezerros, Agreste pernambucano. Os casos ocorreram na época de carnaval em um retiro religioso. Um homem entrou no local para roubar, supostamente, e cometeu os crimes, segundo as vítimas.

O Disque-Denúncia divulgou o primeiro valor, de R$ 3 mil, no dia 27 de fevereiro e o acréscimo de R$ 1 mil foi anunciado nesta quinta-feira (26). Durante este período, “recebemos seis informações que estão sendo checadas pela Polícia Civil. Pela complexidade do caso – já que o homem estava encapuzado -, a gente acredita que é um número significativo”, afirma Alexandre César, coordenador do Disque-Denúncia no Agreste. Ele diz ainda que a recompensa foi aumentada para estimular o repasse de dados.

Junto ao anúncio do primeiro valor, a organização também divulgou os retratos falados do suspeito, confeccionados pelo Instituto de Identificação Tavares Buril. “Apesar das imagens diferentes conseguidas a partir das vítimas, todas são representações do mesmo suspeito. O caso está sendo investigado pelo delegado Antônio Dutra”, informou à época o departamento de Comunicação do DDPE.

Quem tiver dados pode passá-los pelo telefone (81) 3719-4545, no interior, ou (81) 3421-9595 nas demais localidades do estado. Também está disponível o site da instituição, onde a população pode enviar fotos ou vídeos que contribuam às investigações. O departamento de Comunicação informa que “o serviço funciona durante 24h, todos os dias da semana. O anonimato é garantido”.

Entenda o caso
As pessoas estavam em um retiro espiritual promovido por uma comunidade da igreja católica. Inicialmente havia a informação de que, entre as vítimas, quatro eram adolescentes, porém, a polícia recentemente comunicou que são três menores e duas mulheres.

O homem levou ainda cerca de 20 aparelhos celulares e uma motocicleta, segundo o boletim da Polícia Militar. No dia 18 de fevereiro, a delegada regional Pollyana Farias comunicou ao G1 que detalhes sobre o caso não serão divulgados, para não expor as vítimas.

 

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