Timbaúba: Mãe só consegue localizar corpo de filha assassinada depois de 12 dias em geladeira de unidade médica no Recife

A matéria desse caso foi veiculada na Rádio Jornal na manhã desta quinta-feira (12), na entrevista a senhora Maria do Bom Despacho, desesperada em Timbaúba, sem ter nenhuma informação sobre sua filha foi até a capital pernambucana, e lá disse o seguinte ao repórter que lhe entrevistou: “Eu sempre ia procurar informações na UPA de Timbaúba e ninguém queria dá, ninguém dizia nada, e eu só consegui encontrar ela, porque uma menina veio comigo e ficou sabendo que o corpo da minha filha estava na geladeira do Hospital Getúlio Vargas”.

A vítima é a jovem Maria Eugenia de Oliveira, 19 anos, que havia sido presa por tráfico de drogas e estava em liberdade aguardando pronunciamento da justiça. Mas no dia 30 de janeiro, três elementos até o momento não identificados, foram até a residência da mesma e efetuaram três disparos de arma de fogo, que atingiram as costas e o braço. O crime aconteceu no Conjunto Residencial Manoel Rosendo.

A jovem recebeu os primeiros socorros na UPA de Timbaúba, mas devido à gravidade dos ferimentos teve que ser transferida para o HGV, no Recife, onde não resistiu e morreu um dia depois. Foi a partir daí que a sua mãe não teve mais notícias.

De acordo com o Hospital Getúlio Vargas, o falecimento aconteceu um dia depois, e de imediato enviou a informação para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Timbaúba. Mas segundo Dona Maria relatou a Rádio Jornal, só ficou sabendo quase duas semanas depois da morte da jovem Maria Eugenia.

Ela ainda disse que mesmo sua filha morta, recebia a informação que ela estava bem, tinha passado por uma cirurgia e estava em recuperação.

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