Paulo Câmara estelionato eleitoral

“Vou dobrar o salário dos professores”, “vou instituir a tarifa única dos ônibus”. O jogo eleitoral guarda consigo promessas, algumas sensatas outras absurdas e inaplicáveis, mas existe um limite para promessas dentro do jogo político, pelos menos isso seria ético. O que é anti ético é prometer o que sabe que será impossível realizar, ainda mais quando esse candidato tem conhecimento de causa junto ao governo.

É o que acontece com Paulo Câmara, ele era secretário da fazenda no antigo governo, ou seja, tinha conhecimento das finanças do estado, e mesmo assim fez promessas que de certa forma induziram milhares de eleitores a votarem nele. A promessa mais absurda, “vou dobrar o salário dos professores do estado”, e hoje o mesmo se recusa a cumprir a lei do piso, e reajustar o salário dos professores em 13,01%.

A mentira de Paulo põe em discursão as manobras políticas das promessas exageradas, que colidem com a ética e com a moralidade política, a política dos fins que justificam os meios, esse tipo de ação deve ser definitivamente rechaçada, os debates eleitorais devem focar em realidades e problemas reais e não em argumentos falaciosos e promessas descabidas e levianas.

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