No dia do aniversário do Sport, Magrão brilha e time avança na Copa BR

No dia do aniversário de 110 anos do Sport, em que também foi homenageado com um paredão no setor de sociais por ter empatado com o ex-defensor Bria como o atleta que mais vezes vestiu a camisa do clube na história, o goleiro Magrão brilhou. Nesta quarta-feira (13), na Ilha do Retiro, o camisa 1 defendeu uma cobrança na decisão por pênaltis contra a Chapecoense (4×2) e garantiu a classificação dos rubro-negros para a terceira fase da Copa do Brasil. No tempo normal, 2×0 para os leoninos, gol de Mike e Diego Souza, devolvendo o placar do confronto de ida, na semana passada, na Arena Condá (SC).

Foi um final apoteótico para um dia marcado por solenidades e homenagens ao clube. Até a entrada do time em campo foi diferenciada, com direito a canhões de luz, gelo seco e foguetório. Mas o futebol no primeiro tempo foi o de sempre: apático e repleto de erros técnicos e táticos. Os rubro-negros aceitaram a marcação da Chapecoense e abusaram dos passes errados, principalmente nas tentativas de lançamentos em profundidade.

Assim, foram raros os lances dignos de registro na etapa inicial. Esbarrando na “blitz” da Chapecoense, o Sport finalizou apenas duas vezes, com Samuel e Diego Souza, aos 13 e aos 38 minutos, na ordem. O primeiro parou na defesa de Danilo, enquanto o outro mandou para fora. Limitando-se aos contra-ataques, os catarinenses assustaram aos 10, em um chute cruzado de Gil que passou rente à trave direita. Os times foram para o intervalo com um merecido 0x0 no placar.

O Sport voltou para o intervalo com uma mudança inesperada: o atacante Mike na vaga do zagueiro Oswaldo, que estava improvisado na lateral-direita. O time ganhou em ofensividade. O futebol ainda não foi um primor de técnica, mas na base da raça os leoninos cresceram. Aos 22 minutos, em sua primeira finalização no segundo tempo, achou o gol. Em lance de pura persistência, Mike empurrou para o fundo da rede. No lance seguinte, Wendel sofreu pênalti. Diego Souza cobrou com categoria, aos 26, para fazer 2×0 para o Sport.

Na decisão por pênaltis, Diego Souza, Samuel, Wendel e Vitor converteram para o Sport. Na Chapecoense, Bruno Rangel parou na defesa de Magrão, enquanto Maranhão isolou e mandou por cima do travessão. Vitória rubro-negra por 4×2 e festa redobrada.

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FICHA DO JOGO

SPORT: Magrão; Oswaldo (Mike), Ewerton Páscoa, Durval e Renê; Rithely, Rodrigo Mancha (Wendel), Régis (Vitor) e Diego Souza; Samuel e Joelinton. Técnico: Eduardo Baptista.

CHAPECOENSE: Danilo; Apodi (Bruno Rangel), Rafael Lima, Vilson e Dener; Elicarlos (Hyoran), Gil, Abuda e Camilo; Ananias (Maranhão) e Roger. Técnico: Vinícius Eutrópio.

Local: Ilha do Retiro. Árbitro: Caio Vieira (RN). Assistentes: Luís Carlos Bezerra e Ubiratan Viana (ambos do RN). Gols: Mike, aos 22 minutos do 2º; e Diego Souza, aos 26 do 2º. Cartões amarelos: Mike (S); e Rafael Lima, Apodi, Gil, Roger e Camilo (C). Público: 9.012 torcedores. Renda: R$ 65.555.

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