Homenagens e missas marcam a passagem do primeiro ano sem Dominguinhos

Há exatamente um ano, Pernambuco perdia um de seus músicos mais ilustres: o mestre sanfoneiro Dominguinhos.

No Recife, familiares, amigos e fãs lembram a passagem do primeiro ano de morte do sanfoneiro, cantor e compositor Dominguinhos. As homenagens começam com uma vigília de sanfoneiros no restaurante Arriegua, na Várzea, Zona Oeste do Recife. Uma missa celebrada pelo pároco da Igreja das Graças, Padre Josenildo, também marca a passagem da data.

Às 19h, uma missa organizada pela ex-mulher e pela filha de Dominguinhos, Guadalupe Mendonça e Lív Moraes, será celebrada na Basílica do Carmo, área central do Recife. Além de amigos e parentes, fãs também podem comparecer.

José Domingos de Moraes, conhecido como Dominguinhos, nasceu em Garanhuns (PE) em 12 de fevereiro de 1941, se mudando para o Rio de Janeiro aos 13 anos, a convite do também pernambucano, Luiz Gonzaga. Passou a acompanhar o padrinho em sua vida pública e pessoal. Recebeu do próprio Gonzagão o título de sucessor e “herdeiro” musical.

Dominguinhos foi um instrumentista, cantor e compositor brasileiro. Exímio sanfoneiro, teve como mestres nomes como Luiz Gonzaga e Orlando Silveira. Teve em sua formação musical influências de baião, bossa nova, choro, forró, xote e jazz.

Dois meses depois, em 26 de setembro, seu corpo foi transferido para Garanhuns, onde houve um novo sepultamento no mesmo dia, no Cemitério São Miguel.

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