Galvão Bueno cobra presença de Del Nero em reunião da Fifa no dia 20

O narrador e apresentador do “Bem, Amigos!”Galvão Bueno cobrou a presença de Marco Polo Del Nero em reunião extraordinária da Fifa no próximo dia 20. De acordo com Galvão, o Brasil não pode ficar sem um representante na reunião que definirá os rumos do futebol mundial. No encontro marcado para Zurique, deve ser marcada a data para a próxima eleição da entidade.

– Se nós não tivermos representatividade na reunião da Fifa no dia 20, se não for ninguém com medo de ir na Suíça, então é hora de zerar a pedra e começar de novo. Não podemos não ter o presidente da CBF na Copa América e não podemos não ter o presidente da CBF na reunião da Fifa que funciona para decidir o destino do futebol mundial. O Brasil é peça importante. Então vai caber a ele (Marco Polo Del Nero) ter que entender que não pode mais exercer o cargo (se não estiver presente) – afirmou Galvão Bueno.

 

O narrador afirmou que vai esperar ao longo desses 14 dias até a realização do encontro na Suíça para saber se a Confederação Brasileira de Futebol se fará presente.

– Vou esperar o dia 20 para ver se o nosso presidente da Confederação Brasileira de Futebol estará representando o Brasil na reunião do Comitê Geral da Fifa, que vai decidir se o Blatter está blefando ou não está blefando. Se (Blatter) vai entregar o cargo ou não vai, se vai ter eleição de novo ou não vai, quando vai ter nova eleição, o que vai acontecer com quem está envolvido (nas investigações do FBI e da Polícia Federal da Suíça sobre supostos pagamentos de propina feitos por membros da alta cúpula da Fifa) e quem não está envolvido. Hoje é dia 6 de julho. Daqui a 14 dias (acontece a reunião). Vou esperar – disse.

De acordo com o blog Bastidores FC, do GloboEsporte.com Joseph Blatter já sinalizou que não será candidato na nova eleição. No entanto, existem rumores de que o secretário-geral, Jérôme Valcke, pode ficar como sucessor com apoio da base aliada. O desafio para os principais candidatos que devem concorrer, como Michel Platini, presidente da Uefa, é fazer com que federações de pouca tradição concordem em mudar a situação atual. Não se sabe até que ponto os recentes escândalos de fato pesarão nessa balança.

Comentários