44 anos da morte de Che Guevara

7 de outubro de 1967. Há 44 anos morria aquele que foi o maior revolucionário de todos os tempos, Ernesto Guevara de La Serna. Um líder incontestável, de coragem marcante, figura conhecida em todo mundo, odiado por uns, admirado por muitos.

O revolucionário que abdicou de uma vida toda, de uma carreira como médico, para viver uma missão, ou uma aventura por um mundo melhor. Um dos lideres da revolução cubana, ao lado de Fidel Castro. Che, como ficou conhecido, não tinha intenção de ser um marco na historia, talvez por isso mesmo, este tenha se tornado um elemento que vai além de pequenos discursos ou atos ideológicos, o “Che” é símbolo de luta, por liberdade, igualdade, pela superação da dominação do homem pelo homem. “Che” não é só um rosto estampado em camisas e mil e um apetrechos. Um homem que foi subversivo na essência, capaz de lutar até a morte por um mundo melhor.

Utopia? Que muitos continuem acreditando nisso, mas dentro de cada ser humano deve existir um pequeno revolucionário, um “Che”, que não se dá por satisfeito com as constantes injustiças pelo mundo. Che não foi um herói, mas um homem em todos os sentidos. É claro que sua imagem causa aversão em muitas pessoas em todo o mundo, mas em cada bandeira levantada, em cada grito, em cada luta, haverá sempre um pouco de Ernesto Che Guevara.

Quiçá o mundo contemplado por “Che” se torne um dia realidade.

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