2º dia de Provas da UPE é nesta segunda (5).

Hoje é dia de matemática, biologia, geografia e filosofia para os 32.162 feras que continuam na briga pelas 2.864 vagas da Universidade de Pernambuco (UPE). A abstenção ontem ficou em 18,26%, o que significa 7.183 faltosos. O índice foi menor que o observado no ano passado: 20,44%. Parece que a nova logística do concurso, com locais de provas descentralizados e mais próximos dos endereços dos candidatos, deu certo. Houve poucos registros de atrasos e o trânsito fluiu bem. Mas o teste de fogo da novidade será hoje, dia útil. Os portões fecham às 8h em ponto e a recomendação é de que os feras cheguem uma hora antes. As provas acontecem das 8h15 às 12h15. Amanhã o vestibular da UPE termina com os testes de história, química, física e sociologia.

“A descentralização dos locais de prova pode ser um motivo importante para a queda desse percentual da abstenção”, comemorou a presidente da Comissão Permanente de Concursos da UPE, Izabel Avelar. Apesar dos avisos da UPE, alguns feras insistiram em levar celular para o local de provas. Quinze foram eliminados por portar o aparelho em sala. Outros acabaram levando a carteira de estudante no lugar do documento de identidade. No maior ponto de provas do Recife, o prédio da Escola Politécnica, no bairro da Madalena, o pai de um candidato tentou levar o RG dele minutos depois do fechamento dos portões. Apesar do esforço, o filho acabou não fazendo a prova.

Na saída, muitos candidatos elogiaram as provas de ontem (português e língua estrangeira). Já no teste de inglês teve charges e questões com interpretação e gramática. Os dois temas da redação também foram considerados fáceis.

Enem

Os professores, no entanto, chamaram a atenção para duas questões das provas de inglês e de português do vestibular da UPE, semelhantes às utilizadas em edições anteriores do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A questão 17 de inglês continha a mesma informação de outra questão colocada no Enem 2010. Já a questão 6 de português parafraseou um texto do Enem 2009. A prova nacional foi cancelada por vazamento. “Não vou contestar essa questão mas achei que foi falta de criatividade”, opinou a professora de português Mônica Soares.

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